O preço do plano sobe por dois tipos de reajuste: o anual (na data de aniversário do contrato) e o por faixa etária (quando você muda de faixa de idade). Nos planos individuais, o reajuste anual tem um teto definido pela ANS; nos coletivos, segue o contrato.

  • Reajuste anual: na data de aniversário do contrato.
  • Reajuste por faixa etária: ao mudar de faixa de idade (10 faixas da ANS).
  • Planos individuais têm teto anual definido pela ANS.
  • Planos coletivos (PME/adesão) seguem a sinistralidade do contrato.

Reajuste anual

Para planos individuais/familiares, a ANS divulga todo ano o índice máximo de reajuste — a operadora não pode aplicar mais que isso. Os índices mudam a cada ano (reajuste 2024, 2025 e 2026), então confira sempre o mais recente. Já nos coletivos (PME e adesão), o reajuste é negociado com base na sinistralidade (o quanto o grupo usou o plano), o que pode variar bastante.

Reajuste por faixa etária

Independente do anual, o preço muda quando você passa para uma nova faixa etária. A ANS define 10 faixas, e há regras sobre a variação entre a primeira e a última. A última faixa (59 anos ou mais) costuma ter o maior valor.

Ao contratar aos 58 anos, lembre que a mudança para a faixa "59+" costuma trazer o maior salto. Planejar isso evita sustos — e às vezes muda a escolha do plano.

Como se planejar

Considere os dois reajustes ao escolher o plano, principalmente se você está perto de mudar de faixa. Em planos coletivos, histórico de reajuste do contrato ajuda a prever. Analisamos isso junto com você na cotação.

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